É engraçado como a vida torna-se uma eterna dialética existencial, pena que o método dialético não consiga resolver os problemas.

Vivemos num mundo onde as pessoas são dotadas de um instinto natural consumista, às vezes é incrível a influência dos poderes hegemônicos, que com uma espécie de alienação, impõem seus valores, seus conceitos e seus padrões como se aquilo fosse a verdade.

O Capital aliado ao Marketing busca atingir o seio da ânsia consumista impregnada em cada humano, visam nos demonstrar que se não tivermos aquilo não somos pessoas felizes, mas infelizmente esqueceram de dizer: O que é felicidade?

Indago aos senhores se felicidade é trabalhar duramente e ainda saber que é vítima da mais-valia?

Comprar alguma coisa e pegar em prestações e saber que ao final pagou quase o dobro de juros?

Desejar sempre o impossível, mesmo sabendo que aquilo não é necessário para sua vida?

E tantas outras indagações que poderiam ser postas aqui.

Questiono:

Quem falou que nos queremos ser induzidos a pensar o que é bom para nossa felicidade?

Que felicidade é essa nesse mundo onde o “ter” vale mais que o “ser”?

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BRASIL, Sul, CAMBE, CONJUNTO RESIDENCIAL ROBERTO CONCEICAO, Homem, de 20 a 25 anos, Portuguese, English, Livros, Arte e cultura, Direito, Politica e atualidades.